#Neurodesign e Neurobranding

Artigo publicado no Portal infobranding em 09/02/2018.

A percepção das cores, formas e as reações na fisiologia humana tem início nas experiências, sejam da nossa vida, sejam da memória armazenada durante a evolução dos nossos órgãos, principalmente o cérebro.

De acordo com as descobertas nas áreas ligadas a neurociência, hoje conhecemos locais onde diferentes tipos de informações são processadas. O Lóbulo Occipital, por exemplo, é responsável pelas informações visuais, que por si geram uma varredura em busca de associações aos estímulos recebidos e outros similares que foram recebidos em diferentes momentos da vida do consumidor, levadas a situações que geraram emoções.
05. Neurodesign e Neurobranding
Isso tudo está na nossa rede neural. E nessa rede estão armazenados os dados de todas as nossas experiências já vivenciadas.

Após essa varredura inicial, as informações relevantes (aquelas que podem ser associadas à situação observada naquele momento) são selecionadas pelo Hipotálamo, assim como aquelas de maior importância relativa (habilidades de luta ou fuga em uma reação extrema por exemplo).

As informações selecionadas pelo Hipotálamo, fazem com que uma tempestade de aminoácidos seja descarregada na corrente sanguínea. Essas cadeias de aminoácidos são chamadas de “Peptídeos Neurais” e são os responsáveis por dar início a interações químicas entre as células, que resultam em uma resposta sensorial de acordo com a configuração química do peptídeo (existem diversas combinações possíveis que preparam o nosso corpo, por exemplo, para fugir correndo de uma situação, assim como outras combinações te preparam para a satisfação de reencontrar um antigo amigo).

Chamamos essa interação química entre os Peptídeos Neurais e as células do corpo de sentimentos (nossos sentimentos são resultados do efeito destes aminoácidos na corrente sanguínea e a outros fatores como os psicológicos, e dentro dos fatores psicológicos, a racionalização do controle por exemplo).

Portanto, os sentimentos e emoções passam pelo filtro da consciência (estado objetivo, estado de reflexão ou consciência objetiva) e a consciência se dá por meio da fisiologia do cérebro, é o jeito como a memória funciona, como a mente funciona. Nós mudamos o jeito como percebemos as coisas, o que pensamos e o que sentimos sobre elas…é como percebemos o mundo a nossa volta.

Isso tudo está na nossa rede neural. E nessa rede estão armazenados os dados de todas as nossas experiências já vivenciadas.

Após essa varredura inicial, as informações relevantes (aquelas que podem ser associadas à situação observada naquele momento) são selecionadas pelo Hipotálamo, assim como aquelas de maior importância relativa (habilidades de luta ou fuga em uma reação extrema por exemplo).

As informações selecionadas pelo Hipotálamo, fazem com que uma tempestade de aminoácidos seja descarregada na corrente sanguínea. Essas cadeias de aminoácidos são chamadas de “Peptídeos Neurais” e são os responsáveis por dar início a interações químicas entre as células, que resultam em uma resposta sensorial de acordo com a configuração química do peptídeo (existem diversas combinações possíveis que preparam o nosso corpo, por exemplo, para fugir correndo de uma situação, assim como outras combinações te preparam para a satisfação de reencontrar um antigo amigo).

Chamamos essa interação química entre os Peptídeos Neurais e as células do corpo de sentimentos (nossos sentimentos são resultados do efeito destes aminoácidos na corrente sanguínea e a outros fatores como os psicológicos, e dentro dos fatores psicológicos, a racionalização do controle por exemplo).

Portanto, os sentimentos e emoções passam pelo filtro da consciência (estado objetivo, estado de reflexão ou consciência objetiva) e a consciência se dá por meio da fisiologia do cérebro, é o jeito como a memória funciona, como a mente funciona. Nós mudamos o jeito como percebemos as coisas, o que pensamos e o que sentimos sobre elas…é como percebemos o mundo a nossa volta.

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